Maramata
trabalha pela inclusão social
O resgate da inclusão social nos
encaminhamentos das ações da Fundação-Universidade Livre do Mar e Mata
(Maramata) é, para o presidente Fred Andrade, uma prática emergencial e
essencial à evolução da reflexão e da consciência ambiental. Outra preocupação,
nesta fase inicial da nova administração municipal, é a recuperação da
estrutura física, já que até a placa de identificação da Maramata, colocada em
frente à sede, encontra-se destruída, além do cercado e palanque que estão
deteriorados.
“É preciso fazer com que a comunidade
abrace a Fundação novamente. Educação ambiental não trabalha com a exclusão.
Dessa forma, até o vandalismo é amenizado”, lembra Fred. Para ele, o homem é
agente modificador, e tratar sobre meio ambiente implica na ação social, razão
pela qual surgiu o conceito de “Desenvolvimento Sustentável” e, em razão disso
é que foi aberto um diálogo com pescadores, comerciantes e a comunidade em
geral, com o intuito de ouvir sugestões e reivindicações.
O presidente anunciou que o Calendário
Ecológico 2013 está sendo elaborado, e em breve será anunciado, mas adiantou
que estará reintegrado o projeto social “Meninos Guerreiros”, que visa reunir
garotos da comunidade para aulas de educação ambiental, nos diversos níveis,
inclusive profissionalizante, com cursos de tratamento dos resíduos sólidos,
jardinagem, entre outros. O evento “Canoagem Rumo ao Mato Virgem” também
retornará ao calendário turístico de Ilhéus, contudo, com uma finalidade mais temática
e significativa.
A responsabilidade científica é mais um
dos objetivos da Maramata neste governo. O centro de pesquisa meteorológico,
que até então se restringe à análise climática, implementará estudos referentes
à emissão de dióxido de carbono (CO²), e a potencialidade da energia limpa.
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