CAIXA BENEFICIA
40 MIL FAMÍLIAS COM MORADIAS NO CAMPO
Investimentos
do Programa Nacional de Habitação Rural somam quase R$ 1 bilhão
A Caixa Econômica Federal beneficiou –
somente em 2012 – mais de 40 mil famílias de agricultores e trabalhadores
rurais por meio do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR). O resultado representa
um crescimento de 225% em relação a 2011. Desde o início do Programa, em
setembro de 2009, mais de 57 mil famílias conquistaram o direito à moradia
digna e quase R$ 1 bilhão já foi investido no setor.
Enquadram-se no PNHR os agricultores
familiares e os trabalhadores rurais, além dos pescadores artesanais,
extrativistas, aqüicultores, maricultores, piscicultores, ribeirinhos,
comunidades quilombolas, povos indígenas e demais comunidades tradicionais. As
famílias são organizadas por entidade representativa sem fins lucrativos
(município, estado, sindicatos, cooperativa ou associações), que apresenta o
projeto para a CAIXA.
De acordo com o vice-presidente de
Governo e Habitação da CAIXA, José Urbano Duarte, os números alcançados, até
agora, são resultado dos esforços do banco na capacitação e organização das
entidades e comunidades rurais. “A partir de 2012, o programa ganhou uma nova
dinâmica. A CAIXA estabeleceu parcerias, que geraram resultados muito
expressivos, neste segmento, contribuindo com o trabalho técnico e social das
comunidades, liberando os recursos e acompanhando a realização das obras”,
explica Urbano. “O banco contratou, em 2012, mais de 99% das habitações rurais
no país, cumprindo o papel de reduzir o déficit habitacional rural. Para 2013,
a CAIXA estima superar as 40 mil unidades habitacionais contratadas no campo no
ano passado”, complementa.
Bahia:
Na Bahia, já
foram contratadas 1564 unidades e entregues 137.
Sul da Bahia:
A Caixa assinou em novembro de 2011,
contratos para a construção de 47 novas unidades habitacionais para indígenas,
tendo como entidade organizadora a Cooperativa de Habitação, Produção e
Serviços da Reserva Indígena Pataxós – Coroa Vermelha, que atua junto à
denominação Pataxó em Santa Cruz Cabrália e região.
O projeto receberá recursos na ordem de
R$ 1, 2 milhões do Orçamento Geral da União (OGU), beneficiando moradores da
comunidade indígena Pataxó.
Este é o segundo investimento para
construção de moradia para indígenas na região sul da Bahia. Em setembro de 2011
formalizou-se a construção de 100 unidades para a aldeia indígena Caramuru
Catarina Paraguaçu, situada nos municípios de Pau Brasil e adjacentes, com
investimento na ordem de R$ 2,6 milhões.
Parâmetros do PNHR:
Para famílias com renda anual de até R$
15 mil (Grupo I), o valor do subsídio, com recursos do Orçamento Geral da União
(OGU), é de até R$ 28,5 mil para construção, e até R$ 17,2 mil para reforma.
Cada família devolve à União apenas 4% do valor subsidiado, em 4 parcelas
anuais (1% por ano – 96% do valor total do projeto é subsidiado). Para a região
Norte, o valor do subsídio é de até R$ 30,5 mil para construir, e até R$ 18,4
mil para reformar a moradia.
Famílias com renda anual entre R$ 15 mil
e R$ 60 mil (Grupos II e III), podem financiar valores até R$ 80 mil, com
recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Grupo III atende a
famílias com renda bruta anual que vai de R$ 30 mil até R$ 60 mil.
As propostas devem ser apresentadas à
CAIXA por intermédio de uma entidade organizadora sem fins lucrativos, com no
mínimo 4 e no máximo 50 famílias por grupo. É destinado subsídio do OGU de R$ 1
mil por família, para que a entidade organizadora preste assistência técnica e
execute o trabalho social, dos beneficiários dos Grupos I e II, com renda anual
até R$ 30 mil.
As famílias beneficiadas pelo PNHR
recebem ainda, capacitação técnica e orientação sobre gestão da propriedade
rural, melhoria das moradias, cooperativismo, participação da mulher na gestão
da propriedade e ações que visem à permanência do jovem no campo.
Programa Nacional de Habitação Rural:
Parte integrante do Programa Minha Casa
Minha Vida (PMCMV), o PNHR foi criado pela necessidade de uma política
habitacional que atendesse as especificidades da moradia no campo, onde as diferenças
em relação ao meio urbano – tais como cultura, forma de remuneração, gleba de
terra, logística para construção – passaram a ser consideradas nos programas de
moradia para a população do meio rural.
04/01/2013
Assessoria de Imprensa da CAIXA
(73) 3215-8200
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