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quarta-feira, 4 de março de 2015

Prefeitura conclui nesta quarta reforma da casa de custódia do Complexo Policial

Prefeitura conclui nesta quarta reforma da casa de custódia do Complexo Policial


Iniciada pela Prefeitura no último sábado, a reforma da casa de custódia, localizada no Complexo Policial de Itabuna, deve ser concluída amanhã. A unidade está interditada pela justiça desde agosto de 2014 por falta de condições para abrigar menores que cometem atos infracionais mais graves. A reforma é um dos compromissos assumidos pela administração municipal, em reunião convocada pelo prefeito Claudevane Leite na quinta-feira passada (26) para buscar soluções para o alto índice de violência no município.
 Uma equipe de operários do município já concluiu a limpeza geral do imóvel, fez a desobstrução da rede de esgoto e a revisão da rede elétrica. O trabalho agora se concentra na recuperação das grades e na pintura das celas e fachada do prédio.  A intervenção é uma das medidas de curto prazo para ajudar a reduzir a criminalidade em Itabuna, principalmente envolvendo adolescentes e jovens. Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano, Marcos Monteiro, o município está investindo cerca de R$ 20 mil em material e mão-de-obra nas obras.
O titular da 6ª Coordenadoria Regional da Polícia Civil do Interior, delegado Evy Paternostro, destacou a importância da parceria com o município.  O coordenador da Polícia Civil explicou que a interdição da casa de custódia do adolescente contribuiu para o aumento da violência envolvendo adolescentes em Itabuna, porque como a custódia não oferece as condições mínimas, os menores recolhidos por atos infracionais graves estão sendo liberados e, na maioria das vezes, voltam a delinquir. “Essa parceria coma Prefeitura traz ganho para toda a sociedade e mais tranquilidade para polícia trabalhar”, disse o delegado.

 No local, devem ficar temporariamente adolescentes apreendidos até que o Juízo da Vara da Infância e Juventude determine a medida socioeducativa a ser cumprida em Feira de Santana ou Salvador, onde o Estado mantém unidades de ressocialização.

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