Alimentação é a
química do corpo
Por
Jose Mary Silva*
Quando o assunto em pauta é nutrição,
pensa-se em dietas para desintoxicação, retardo do envelhecimento, aumento de
tecido muscular, ou apenas uma dieta restritiva para perda de peso. Entretanto,
não devemos esquecer que os alimentos consumidos são para atender às
necessidades diárias do corpo, e o indivíduo deve alimentar-se, para nutrir o
organismo, seguindo três regras básicas das leis da nutrição, que são:
“Adequação, harmonia e equilíbrio” suprindo as necessidades fisiológicas e
químicas do organismo. Portanto, deve-se está sempre atento às dietas que
parecem ser milagrosas. Deve-se respeitar o estímulo da fome, considerado um estímulo primário, e vital às
condições orgânicas e transformações químicas do corpo.
É
importante ressaltar que existe um paralelo entre atender os extintos básicos
da alimentação, ou ceder os impulsos neuro-sensoriais estimulados pelo estresse
diário em que somos expostos na vida cotidiana, sem tempo para uma refeição
tranqüila. No entanto ao alimentar-se desordenadamente e de forma aleatória,
dando preferência aos fast food e industrializados, têm-se como conseqüências o
desequilíbrio das funções orgânicas, ganho de peso e aparecimento de sintomas,
assim como as manifestações gástricas que na maioria dos casos são quase que
imperceptíveis, contribuindo para o desenvolvimento de doenças crônicas até
mesmo privação da vida social.
Todavia deve-se sempre lembrar que os seres
que transformam a energia física em química, sintetizam o seu alimento para atender
suas necessidades cumprindo o ciclo vital. No entanto o homem considerado um
ser racional consegue desequilibrar suas funções fisiológicas, desenvolvendo
transtornos metabólicos ocasionando em alguns casos auto-destruição.
*Jose Mary Silva
Nutricionista,
pós
graduada em clínica,
Graduanda
em fitoterápicos
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