VIA LITTERARUM: MESA DE LANÇAMENTOS
Por: João de J. Queiroz
Como sempre afirmamos aqui no MACRO SUL NOTÍCIAS/J.J.Q, as surpresas para os leitores de todas as regiões do Brasil, idealizadas pela EDITORA VIA LITTERARUM não param.
No dia 12/05/2026 (terça-feira) acontecerá a MESA DE LANÇAMENTOS, às 19 horas, no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna.
Temos o imenso orgulho e satisfação em poder contribuir com as publicações das obras editadas pela VIA LITTERARUM, a qual oportuniza a concretização dos trabalhos dos autores da região e de diversos estados do Brasil, jamais os discriminando se são: desconhecidos, emergentes e/ou já famosos.
Para deleite dos leitores, apresentamos as sinopses, enviada pela EDITORA VIA LITTERARUM das novas obras.
MESA DE LANÇAMENTOS
Autores
potencialmente participantes:
a) FILOSOFIA DA TERRA. DO PODER FALOCÊNTRICO AO BIOCÊNTRICO, de ADEMAR BOGO.
b) MÁSCARAS DO NARRADOR. FICÇÃO, AUTOFICÇÃO E ALTERBIOGRAFIA NA OBRA DE SILVANO SANTIAGO (1961-1996), de ANA M DE BULHÕES-CARVALHO.
c) MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE UM JORNALISTA VIVO, de DANIEL THAME.
d) A CAPIVARA CARECA, de LÍCIA QUEIROZ.
e) DAS IDIOTICES, de SÉRGIO DI RAMOS.
f) VASTO PÂNTANO DAS DOCES LÁGRIMAS, de GABRIEL XAVIER.
ADEMAR BOGO, SINOPSE DO LIVRO FILOSOFIA DA TERRA: DO PODER FALOCÊNTRICO AO BIOCÊNTRICO
A terra é o maior organismo já conhecido que se produz e reproduz, reproduzindo consigo todas as formas de vida habitantes nela. A sua bondade maternal organiza e mantém as espécies pelo sistema da interdependência, com participação e solidariedade no interior de cada ecossistema. A sua filosofia fundamenta-se na existência da vida pulsantes em todas as relações dinamizadas pela sua capacidade criadora. Por isso, dizemos que “Terra é mais do que Terra”, isto porque, após criar a matéria orgânica e dispô-la sobre o solo cada ciclo vivencial, recolhe todos os resíduos dos organismos desfalecidos e os transforma novamente em terra. No entanto, o poder falocêntrico masculino, representando pelo capital, que tende a ir a todos os lugares, põe a importância humana acima de todas as espécies, como se as árvores, os animais e os rios fossem dispensáveis para manter a vida no Planeta. A Filosofia da Terra, convida a contemplar a obra criativa da natureza e a reconhecer que há um poder biocêntrico a ser legitimado, para que as pulsões de vida se sobreponham às pulsões de morte e, a felicidade se confunda com a democracia de cada ser vivo possa exercer a sua função e o seu direito de ocupar o seu lugar no mundo.
SÉRGIO DI RAMOS, SINOPSE DO LIVRO DAS IDIOTICES
O dia a dia do brasileiro é bastante carregado de desafios, cuja extensão se prolonga além do próprio ser, e dos que estão ao seu redor. Assim sendo, inspirado em alguns fatos do cotidiano a crônica irreverente, hilária e irresponsável é o melhor remédio para quem busca um pouco de sorriso e alegria no seu dia. São releituras de fatos, onde escritor e autor vivem uma simbiose marcada pelos excessos às vezes reais e às vezes fictícios, cujo desfecho é sempre uma boa gargalhada. Há seriedade no tema , mas seu desfecho é sempre inusitado.
GABRIEL XAVIER, SINOPSE DO LIVRO VASTO PÂNTANO DAS DOCES LÁGRIMAS
"Sutil e marcante, a poesia de Gabriel Xavier denuncia, protesta, insurge e se posiciona com a leveza e afeto de quem convida para dançar. Seus versos nos inundam fazendo-nos voltar a relê-los e perscrutar as possíveis faces perceptíveis a cada olhar, como num prisma." Leila Oliveira.
ANA BULHÕES, SINOPSE DO LIVRO MÁSCARAS DO NARRADOR NA OBRA DE SILVIANO SANTIAGO (1971-1996)
Consiste no estudo das transformações do narrador na obra ficcional de Silviano Santiago, por meio das chamadas mascaras, usadas como estratégias do autor (acompanhadas pelo leitor), para desvendar os mecanismos de agenciamento dessa escrita narrativa em obras de ficção escritas nesse período: a do usuário, do arrombador, do ventríloco, do embalsamador, do voyeur/exibicionista e do transformista. Busca-se compreender a criação literária ficcional desse autor brasileiro contemporâneo, no período entre a publicação do romance O olhar e a coletânea de contos Keith Jarrett no Blue Note. Sua escrita vária situa-se no cruzamento das características discursivas pós-modernas com questões literárias culturais e existenciais do nosso tempo, explicitando a exacerbação da intertextualidade, a escrita da alterbiografia, a ética do discurso e o homoerotismo. As análises exploram instrumentos críticos trazidos pela filosofia pós estruturalista de acordo com as demandas da literatura pósmoderna.
DANIEL THAME, SINOPSE DO LIVRO “MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE UM JORNALISTA VIVO”.
“Memórias Póstumas de um Jornalista Vivo” (Editora Via Litterarum) celebra os 50 anos de comunicação do jornalista Daniel Thame, paulista radicado na Bahia desde 1987. Profissional com experiência em mídia impressa, rádio, televisão, internet e marketing político, Daniel Thame relata no livro momentos marcantes de sua passagem pelos jornais A Região (Osasco-SP), Diário de Osasco (SP), A Região (Itabuna-BA), rádios Difusora Oeste (Osasco-SP), Difusora (Itabuna-BA) e Clube (Itabuna-BA) e TV Cabrália (Itabuna-BA), num texto leve, envolvente e, não raro, com a ironia fina, que é uma das marcas do autor. “Memórias Póstumas de um Jornalista Vivo” também traz crônicas e reportagens publicadas nesses 50 anos de estrada.
LÍCIA QUEIROZ, SINOPSE DO LIVRO A CAPIVARA CARECA
No prefácio do livro “A capivara Careca” há uma pergunta: Estamos aqui brincando de falar sério, ou estamos falando sério de brincadeira? Essa é uma boa pergunta. Em 2024 a autora, Lícia Queiroz, recebeu o diagnóstico de câncer de mama. Foi dessa experiência, da convivência com outros pacientes, familiares, amigos, médicos, equipes de saúde e de suporte que nasceu a história de Carina, uma pequena capivara que ficou careca por conta das suas células desordenadas. Essa é uma história real disfarçada de fantasia. Os personagens são animais da fauna brasileira: a Capivara, pr4otagonista da história, o amigo Jumento, o Dr. Guará, a Dra. Mandaçaia, a abelhinha, a Dra. Acauã, do bando dos pássaros cantores, a tia Siriema, a Sra. Jaguatirica, a Tatu Bolinha, dona Pata e sua pataquada, os ágeis Saguis, as Araras Azuis, da equipe Cobalto, e um certo paciente comedor de torresminho. Com esses personagens e essa temática a autora desenvolve um texto simples e profundo, recheado de garra e bom humor. Essa é uma história que cabe na vida dos que travam seus desafios no restabelecimento da saúde e que descobrem que não estão sozinhos. Uma obra que busca equilibrar a vulnerabilidade do tratamento de câncer com a leveza de uma fábula.
Fonte: Via Litterarum
Imagem: Via Litterarum


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